A imprensa é carregada de antissemitismo

Por Amanda Aron

Não é novidade que a imprensa é carregada de antissemitismo. Começam na faculdade, nas aulinhas que parecem inocentes. Aulas que ensinam, pasmém, que Hamas e Hizbollah são ONGs da libertação e não terroristas sanguinários.

Jornalistas que nunca pisaram em uma sinagoga, não sabem o que é um judeu, não conhecem a essência pacífica de nosso povo, não entendem nada sobre Israel e provavelmente nem sabem diferenciar árabe de hebraico.

Mas, sabem atacar. Tem uma certeza pétrea sobre qual lado se posicionam no conflito mais complicado do planeta. Choram lágrimas de crocodilo pelas crianças palestinas e enxergam a morte de crianças judias israelenses como efeito colateral da luta de libertação do povo palestino.

Massa de manobra. São usados como tolas marionetes. Caem no teatro de Pallywood, cuja estrela é Ahed Tamimi (aquela garotinha branca e loira palestina que de semita não tem absolutamente nada, mas que ganhou o mundo ao jogar pedras em soldados israelenses para se vitimizar).

Ahed Tamimi, sobrinha de terroristas sanguinários. Gosto de lembrar dela. Loirinha como o Ocidente gosta, tal qual a versão fake de Jesus Cristo, porque loiros de olhos claros vendem mais, né?

Ahed Tamimi virou um símbolo da luta de seu povo. Mas, xiuuu, não contem para eles o que acontece na Palestina. Lá, se você é homem e quer casar com outro homem: forca. Lá, se você é mulher…Ah, coitada de você se você for mulher. Abortar, beber, ir para a balada, usar bikini, ir para a faculdade? Fazer sexo antes de casar? Melhor ir para a opressiva Israel do outro lado da fronteira.

Lá, se você for cristão, judeu, ou adorar qualquer entidade que não for Allah, você vai ser perseguido até morrer. É uma terra onde cristãos são assassinados sem pudor que o Papa pop vem a público apoiar. Porque até o Papa quer parecer cool.

Defender Israel custa caro. Gera MUITA impopularidade. Estrelas judias e israelenses são encurraladas em Hollywood para fazerem mea culpa sobre os contra-ataques israelenses. Mayim Bialik, a Amy de Big Bang Theory, precisou postar seu apoio a Israel totalmente decorado para não sofrer cancelamento da turba ensandecida que só aceita o que concorda.

Uma turminha que boicota a pluralidade de ideias. De repente, como na Alemanha nazista, judeus são perseguidos por todos os lados. Parece até que existe uma força espiritual maligna que orquestra o ódio ao povo de Israel, sempre.

E parece que só apelando ao sobrenatural eu consigo explicar porque o Holocausto existiu. E porque ele se repetiria atualmente. Fácil. Hoje meu filho, uma criança inocente de apenas 6 anos, tirou sua kipá (o solidéu judaico) da cabeça no caminho para a escola. Eu recoloquei, pensando que havia caído. Mas não, ele arrancou novamente. Ele, que gritava aos 4 ventos que era judeu. Que queria contar para toda a sua turma de futebol que acendeu as velas de Hannukah. De repente, em Vancouver, no Canadá, ele não se sente seguro. Ele tirou a kipá “porque ninguém precisa saber que eu sou judeu”.

E o meu coração de mãe partiu-se.Porque na livre Canadá de Justin Trudeau, o primeiro ministro das minorias, uma criança judia precisa sentir medo por ser quem ela é. E isso, caros colegas jornalistas, é um grande crime contra a humanidade. E atinge o meu filho e todas as outras crianças judias mundo à fora que estão sendo bombardeadas pelos seus colegas de classe com ataques antissemitas.

Querem entender porque o povo delas mata palestinos, somos os vilões aqui de repente sem direito a defesa. Pera ai. Eu já vi essa história antes. Assim como no passado foi justificada a perseguição aos judeus por causa do libelo de sangue. Não sabe o que foi isso? Dá um google que 3 linhas te contam. Para finalizar, vou citar Golda Meir: entre críticas e condolências, fico com as críticas. Eu apoio Israel e vou reafirmar isso quantas vezes forem necessárias. Porque essa guerra não se resume ao Oriente Médio.

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Foto: Edi Israel Crianças se escondendo dos ataques do Hamas em sala de aula no sul de Israel.

Viva Israel

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