Netanyahu ordena o fechamento de lojas não essenciais para conter o coronavírus

Centro Comercial

A partir de hoje, domingo (15/03/2020), a lei que proíbe a abertura de empresas e estabelecimentos não essenciais para conter o coronavírus, incluindo cafés, restaurantes, bares ou shopping, entrou em vigor.

O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que o objetivo é “garantir serviços vitais” para manter a economia funcionando e, por sua vez, combater a propagação da pandemia, que no país está com duzentos infectados até o momento.

As restrições incluem a proibição de mais de dez pessoas no mesmo ambiente, mas elas não representam uma parada completa, já que supermercados, bancos, farmácias, hospitais, indústrias produtivas e lojas essenciais continuarão em operação.

Todo o setor de lazer, entretenimento ou cultura – incluindo os cinemas – será fechado, mas as empresas privadas não são obrigadas a fechar.

Diante da situação, Netanyahu apelou para à criação de “um governo nacional de emergência” e convidou o centrista Benny Gantz, o de direita Avigdor Liberman e o trabalhista Amir Peretz a ingressar em um executivo.

“Agora não é momento para fazer política”, disse ele ao chamá-los para a reunião no último sábado.

Os israelenses infectados com COVID-19 aumentaram para 200, e o Ministério da Saúde espera mais infectados nos próximos dias.

בידוד

Até o momento, não houve mortes e dezenas de milhares de pessoas estão em quarentena para prevenção.

Na última sexta-feira escolas e universidades foram fechadas. já as creches e centros de educação especial foram fechados hoje.

As competições esportivas também foram canceladas e o tráfego aéreo foi reduzido ao mínimo: os israelenses que retornam de qualquer ponto fora do país precisam ficar em quarentena por 2 semanas e os estrangeiros devem provar que têm uma residência válida para serem isolados por duas semanas. caso queiram entrar no país.

David Elmescany

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