O Muro das Lamentações reabre suas portas aos fiéis após o período de isolamento

O muro das lamentações reabre

O Muro das Lamentações reabre após o recente anúncio do alívio das restrições devido ao coronavírus.

A reabertura ocorre depois que o governo israelense relaxou algumas de suas restrições ao coronavírus, incluindo o cancelamento da participação em serviços de oração ao ar livre. Durante as últimas semanas, apenas 10 e 19 fiéis poderiam estar no Muro das Lamentações, e apenas aqueles que viviam na Cidade Velha.

A praça em frente ao Muro das Lamentações será dividida em áreas de oração quanto possível, de acordo com os regulamentos governamentais sobre distanciamento social, informou em comunicado a The Western Wall Heritage Foundation, que opera o local sagrado. Durante os próximos dias, até 300 fiéis poderão estar no Kotel ao mesmo tempo.

Quando as áreas de oração estiverem cheias, os fiéis devem esperar do lado de fora das entradas do Muro das Lamentações, com as distâncias necessárias entre eles, até que haja espaço disponível.

Os relatórios também informaram que os fiéis terão sua temperatura medida e os dados pessoais serão registrados antes de poderem entrar.Os túneis do Muro das Lamentações permanecerão fechados por enquanto.

O Muro

Muro das Lamentações ou Muro Ocidental é o segundo local mais sagrado do judaísmo, atrás somente do Santo dos Santos, no monte do Templo.

Trata-se do único vestígio do antigo Templo de Herodes, erguido por Herodes, o Grande no lugar do Templo de Jerusalém inicial. É a parte que restou de um muro de arrimo que servia de sustentação para uma das paredes do edifício principal e que em sí mesmo, não integrava o Templo que foi destruído pelo general Tito, que depois se tornaria imperador romano, no ano de 70.

Muitos fieis judeus visitam o Muro das Lamentações para orar e depositar seus desejos por escrito. Antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, o local era chamado de Mughrabi Quarter ou o Quarteirão Marroquino,de onde, por ordem do prefeito de Jerusalém, 135 famílias árabes foram removidas para a abertura da esplanada do Muro das Lamentações.

Os restos que hoje existem datam da época de Herodes, o Grande, que mandou construir grandes muros de contenção em redor do monte Moriá, ampliando a pequena esplanada sobre a qual foram edificados o Primeiro e o Segundo Templo de Jerusalém, formando o que hoje se designa como a Esplanada das Mesquitas.

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David Elmescany

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